sexta-feira, 22 de julho de 2016

Divagando

Quando a gente ouve alguém defendendo essa ou aquela corrente política em detrimento do que realmente acontece à sua volta, isso faz com que se tenha um sentimento de revolta tão grande que beira ao mais alto grau de raiva. A vontade que se tem é de que tal pessoa abra os olhos e enxergue apenas um palmo a frente ou ao lado. Os problemas são enormes. A taxa de desemprego está aí. Basta querer ver. Os números são alarmantes e ainda tem gente perdendo tempo com picuinha barata e tentando projetar ou defender um em detrimento de milhares. Aqui entra a história de que quem não defende o seu não defende o de ninguém. Ou a máxima bíblica: "Mateus, primeiro os teus".

Quando o blog faz alguma análise é com o mais puro sentimento de revolta mesmo. Em 2012, por exemplo, em uma das poucas idas a determinada movimentação política, o titular deste espaço ouviu tanta promessa que chegou a um denominador comum, o qual vale para toda e qualquer discussão política: quem teve ou tem a chance de fazer e não faz, mas diz que vai fazer, é porque, verdadeiramente, não fará coisa alguma. É simples: quem quer fazer, faz. Não precisa dizer que vai fazê-lo, Ou não?

Até agora o blog se manteve distante das discussões de ordem política de Mossoró. Não que não exista algo a comentar. Existe, e muito. E este espaço vai fazê-lo na hora oportuna. Esperar para o prazo das convenções partidárias acabar e ter acesso ao plano de governo dos candidatos.

Em uma leitura de tempo rápida, o que o blog pode dizer é que não se tem como comparar tempos distintos. E até pode, isso se o espaço não for longo. Seria o mesmo que manter a peleja nacional envolvendo o PT e o PSDB. O PT ficou (e pode voltar) 12 anos no comando do Brasil e ainda fazia comparação com o governo FHC. No máximo, aí, o que se poderia fazer era comparar o PT com ele mesmo.

E assim pode acontecer em Mossoró: se alguns insistirem na teoria da comparação, a ideia tende a ser altamente fracassada. O blog nem entra em detalhes ou promessas do passado ou de agora. Não nesse momento. Vai esperar o tempo das convenções. Esperar as definições acerca dos candidatos, das chapas. Somente depois disso é que este espaço vai, digamos, "vomitar" o que precisa ser "vomitado". Até porque todos têm o que acrescentar a alguém. É igual à oração religiosa: "em nome do Pai, do Filho"... Ou pode ser o inverso: "Em nome do Filho, da filha..." e por aí vai.

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