quinta-feira, 28 de maio de 2015

2016 na cabeça de muita gente

É ano pré-eleitoral!

E como não pode ser diferente, está todo mundo de olho em 2016. Alguns estão, timidamente, conversando. Outros, não tão tímidos assim. Até porque é preciso delinear espaços. E todo mundo sabe que, em política, a coisa pode mudar de uma hora para outra.

Assim sendo, em todos os municípios potiguares o "politicar" está em alta. Tanto faz que seja em Natal, Mossoró ou Grossos. Só para citar alguns. Em Natal, por exemplo, tudo caminha para que a vice-prefeita e ex-governadora Wilma de Faria (PSB) perca espaço na chapa majoritária para o PMDB.

Em Mossoró, tudo leva a crer em alinhamento político entre a ex-governadora Rosalba Ciarlini e a ex-prefeita Fafá Rosado. Se Rosalba passar pelo crivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), esta seria a chapa. Caso contrário, a tendência seria a ex-governadora apoiar Fafá Rosado e indicar o candidato a vice-prefeito. E, iria assim, para o confronto com o prefeito Francisco José Júnior (PSD), que tem deixado a desejar, administrativamente falando.

Já em Grossos a coisa não está tão boa para o prefeito José Maurício Filho (PMDB). Ele até teria condições de se reeleger fácil, mas andou metendo o "pé pelas mãos" e enfrenta, atualmente, percentual considerável de antipatia ao seu nome. Algo natural em se tratando de cidade pequena, onde alguns interesses falam mais alto. Principalmente quando se trata de uma cidade bem política.

E o grupo opositor grossense começa a se planejar para decidir quem vai enfrentar Maurício no próximo ano. São três nomes em análise: a ex-vice-prefeita Melânia Caenga (PHS), a vereadora Cínthia Sonale (PSB) e Valdeci Caetano (PSB) - irmão do ex-prefeito Veronilde Caetano (PSB). De cara, alguém vai "dançar". A não ser que o PSB queira sair com chapa "puro sangue".

Diante de tal fato, uma pesquisa será realizada, conforme soube o blog, para saber qual destes três nomes teria maior aceitação popular.

E assim, em meio aos três exemplos acima, caminha todas as cidades potiguares: o clima é de total expectativa para se saber das definições. A única certeza é a de que não existe certeza nenhuma. Para nenhum lado.

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