terça-feira, 28 de abril de 2015

Cadê a tal pesquisa?

O que terá acontecido com a tal pesquisa que andou sendo feita em Mossoró dias passados? Até agora não se soube dos números. O que se disse foi que pesquisadores estavam perguntando sobre a presença de quatro médicos na UPA do Belo Horizonte. E só. O blog viu na edição da Tribuna do Norte que o deputado estadual Agnelo Alves escreveu algo sobre o assunto e afirmou que a tal pesquisa não teria sido boa para o prefeito de Mossoró.

Bom, se Agnelo disse, quem é o blog para contestar. Afinal, ele é um homem bem informado e deve saber qual instituto realizou tal pesquisa. Inclusive deve saber o resultado.

O certo é que, depois que os números da pesquisa Consult foram publicados (alguns dias atrás), o prefeito Silveira Júnior (PSD) tem se movimentado. Deixou o conforto do gabinete para vistoria limpeza de ruas e tapa-buraco. Para quem entende do riscado, é o início da tentativa dele de resgatar a imagem, que não está boa.

Silveira sabe perfeitamente que assumiu e prometeu coisas que não se concretizaram. Desde a eleição suplementar, é bom que se frise. Ele prometeu apoiar a reeleição do então deputado estadual Leonardo Nogueira e acabou apoiando a postulação do pai, Francisco José. No final, terminou indicando votos à candidatura de Galeno Torquato à Assembleia Legislativa.

O prefeito afirmou que o Santuário de Santa Luzia iria ser construído e que os primeiros tijolos seriam assentados no começo do ano. Já estamos no final de abril e nada foi iniciado. Nem metade de um tijolo foi colocada.

Para complicar ainda mais a situação administrativa, o prefeito chamou para si uma responsabilidade que não era dele: a segurança. É que ao criar a Secretaria Municipal da Segurança Pública, a tese de que o setor seria garantia constitucional do Estado cai por terra. E o índice de criminalidade só avança.

E assim o prefeito vai colecionando pontos negativos em sua administração. Para completar, sua assessoria aposta as fichas em uma proposta que já se mostra equivocada. Alguém da imprensa sabe dizer, por exemplo, quantas vezes a secretária municipal de Comunicação visitou algum jornal, rádio ou televisão?

Não se tem  o chamado "dever de casa" feito. Afinal, a comunicação não pode ficar restrita à propagação de metas, projetos e ações por meio de pessoas que ocupam cargos em comissão. Falta o metiê da coisa. O tino. A percepção. E, como o blog já disse outras vezes, é um erro seguido de outro, e mais outro, e outro...

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