terça-feira, 8 de maio de 2012

PMDB demonstrou força política

O blog parou para refletir sobre a indicação do advogado Wellington Filho como candidato a vice-prefeito da chapa governista, pelo PMDB. Certamente a definição dos peemedebistas teve algum critério, o qual este pequeno espaço não tem nenhuma noção e nem informação concreta. A priori, de acordo com a presidente local do PMDB, ex-vereadora Izabel Montenegro, a tese seria a de apresentar nome novo. O que não deixa de ser verdade.

Também procede a tese de que a presença de Wellington Filho teria algo maior: o próprio PMDB. Isso se teria com qualquer outro peemedebista. Aí, a conclusão que se chega é essa: nenhuma.

Não se tem nada explique a presença do jovem advogado, tido como desconhecido. Algo que pode até ser para a mídia, mas certamente ele deve ter um trunfo. E o tem: é professor universitário.

Aí vem outra dúvida: como se aceitou essa indicação? A resposta é óbvia: o PMDB é o principal parceiro do governo democrata Fafá Rosado e responsável pela abertura de caminhos em Brasília. Por meio de Henrique Alves, a Prefeitura de Mossoró receberá R$ 5 milhões para equipar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Belo Horizonte.

Além disso, Henrique e o ministro da Previdência Social Garibaldi Filho também são parceiros do governo Rosalba Ciarlini.

Entende-se, com isso, que não havia como recusar qualquer nome que fosse indicado. Agora, que a decisão foi tomada, o grupo partirá ao trabalho.

Pode até existir viés um outro viés político (o da Câmara Federal, para ser mais claro). E não deixa de soar estranho que Henrique Alves tenha indicado alguém que, aparentemente, não tenha o metiê político. Cabe ao candidato a vice-prefeito Wellington Filho mostrar o contrário. E o blog conversou a pouco com ele e compreendeu as razões implícitas na sua indicação. A conversa com o candidato será publicada no Jornal de Fato, edição desta quarta-feira. Bem como o que pensa Izabel Montenegro da chapa governista.

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